resolvi usar essa frase como uma metafóra, uma forma de criticar as cobranças ditadas numa sociedade mais que hipócritica, desumana que vivemos, onde temos o tempo todo que dar alguma explicação por alguma atitude ou ter que pedir desculpa por algo como, por que um homem chora, por que desisti de acreditar na humanidade, por que assistir a um filme romântico, enfim, vivemos a todo tempo sendo cobrados, sei que não somos uma ilha, e que não conseguimos viver sem o auxilio de alguém, mesmo que seja de um 'bom dia'. Ao longo desses últimos dois anos venho refletindo sobre tudo o que venho fazendo, e fazendo um 'balanço' sobre cada uma dessas atitudes.
Sempre fui um cara movido a sentimentos, a emoções, a muitas vezes, uma humanidade maior, a me comover e envolver,mesmo que sentimentalmente aos sentimentos alheios, e sempre quis de alguma forma agradar a quem quer que fosse. não que não tivesse personalidade própria ou um amor próprio, mas sempre me senti movido a agradar, arrancar um sorriso alheio,a me sentir útil a alguém, mesmo que fosse com um forte abraço amigo, mas nem sempre foi visto com bons olhos, e muitas vezes fui rotulado de 'o bom samaritano', ironicamente pronunciadas. hoje, mais maduro, mais centrado fiz de cada 'pedra' atirada um escadaria, e hoje dignamente pisando nela. o que pude aprender de cada decepção, de cada desilução, de cada punhalada que por mais esforço que eu faça jamais teria a 'divindade' de agradar 100% a todos e por isso, terminarei esse meu texto com um um pequeno treço de um outro texto muito bem escrito, e a parte que hoje mais me identifico que diz - " Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto."
terça-feira, 18 de novembro de 2008
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